terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

A Modernidade é o Adoecimento

Por: José Carlos





A Modernidade destrói o corpo e a mente do homem. Quem já analisou e estudou a fundo a Modernidade compreende os efeitos malignos que ela possui sobre o ser humano.
A produção massificada de alimentos e bebidas requer o uso de verdadeiros venenos para dar cor, aroma e preservar esses produtos, aumentando consideravelmente a contaminação e o risco de doenças, tanto físicas quanto mentais (em especial os vários tipos de câncer, tão comuns atualmente).
E já existem estudos que comprovam os efeitos maléficos das ondas eletromagnéticas de aparelhos eletrônicos sobre a bioelectricidade humana.
Como se já não fosse o suficiente, há ainda a poluição das descargas dos automóveis às quais as pessoas se expõem no dia a dia das grandes cidades.
Já a própria Ideia da pós-Modernidade traz seus problemas para o homem: o liberalismo, que é a sua Ideia principal, lançou as pessoas em um terrível sofrimento psicológico, individualismo, competição, solidão e consumo desenfreado.

E, como a velha política do pão e circo, disponibiliza-se uma série de drogas recreativas e analgésicos para se tomar no fim de um dia de trabalho exaustivo; para terminar, ainda cria-se um universo paralelo num mundo virtual, no qual todos mentem postando o quanto suas vidas são incríveis em redes como Facebook, Instagram, etc. O adoecimento e destruição do homem estão em toda a parte no mundo moderno.
Por isso, nunca foi um ato mais revolucionário e de rebeldia fazer exercícios físicos ao ar livre, plantar a própria comida, ter uma alimentação orgânica e saudável, sair da frente da tela de televisores (desligá-las), computadores e celulares e restabelecer o contato com a natureza.




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