quinta-feira, 31 de agosto de 2017

O Perfil Econômico do Brasil

Por: The Observatory of Economic Complexity
Traduzido por: Jean A. G. S. Carvalho

Fonte da imagem: CNN Money


O Brasil é a 21ª maior economia de exportação do mundo e a 51ª economia em termos de complexidade, de acordo com o Economic Complexity Index [Índice de Complexidade Econômica] (ECI). Em 2015, o Brasil exportou U$195 bilhões de dólares e importou U$170 bilhões, resultando numa balança comercial positiva de U$25,3 bilhões. Em 2015, o PIB do Brasil era de U$1,77 trilhão e seu PIB per capita era de U$15,4 mil.

Os principais produtos de exportação do Brasil são a soja (U$21.1 bilhões), o minério de ferro (U$15.2 bilhões), o petróleo bruto (U$11.8 bilhões), o açúcar ($ 7.83B) e a carne de aves (U$6.53 bilhões), de acordo com a  revisão de 1992 da classificação do Harmonized System [Sistema Harmonizado]. As principais importações são o petróleo refinado (U$8.04 bilhões), o petróleo bruto (U$6.55 bilhões), o petróleo (U$5.56 bilhões), as peças de veículos (U$5.4 bilhões) e os carros (U$5.01 bilhões).

Os principais destinos de exportação do Brasil são a China (U$35,9 bilhões), os Estados Unidos (U$24,5 bilhões), a Argentina (U$12,9 bilhões), a Holanda (U$7,76 bilhões) e a Alemanha (U$6,51 bilhões). As principais origens de importação são a China (U$30 bilhões), os Estados Unidos (U$26,4 bilhões), a Alemanha (U$10,5 bilhões), a Argentina (U$10,1 bilhões) e a Coréia do Sul (U$ 5,47 bilhões).

O Brasil faz fronteira com a Argentina, a Bolívia, a Colômbia, a Guiana, o Peru, o Paraguai, o Suriname, o Uruguai e a Venezuela.


Exportações

Em 2015, o Brasil exportou U$195 bilhões, tornando-se o 21º maior exportador do mundo. Nos últimos cinco anos, as exportações do Brasil diminuíram numa taxa anual de -1,2%, passando de US$207 bilhões em 2010 para U$195 bilhões em 2015. As exportações mais recentes são lideradas pela soja, que representa 10,8% das exportações totais do Brasil, seguida do minério de ferro, que representa 7,77% desse total.





Importações

Em 2015, o Brasil importou U$170 bilhões, tornando-se o 26º maior importador do mundo. Nos últimos cinco anos, as importações do Brasil diminuíram numa taxa anual de -1,5%, passando de U$181B em 2010 para U$170 bilhões em 2015. As importações mais recentes são lideradas pelo petróleo refinado, que representa 4,72% das importações totais do Brasil , seguido pelo petróleo bruto, que representa 3,85%.



Balança comercial

A partir de 2015, o Brasil apresentou uma balança comercial positiva de U$25,3 bilhões nas exportações líquidas em comparação com a balança comercial de 1995, quando teve uma balança comercial negativa de U$4,26 bilhões nas importações líquidas.



Destinações

Os principais destinos de exportação do Brasil são a China (U$ 35,9 bilhões), os Estados Unidos (U$24,5 bilhões), a Argentina (U$12,9 bilhões), a Holanda (U$7,76 bilhões) e a Alemanha (U$ 6,51 bilhões).



Origens

As principais origens de importação do Brasil são a China (U$30 bilhões), os Estados Unidos (U$26,4 bilhões), a Alemanha (U$10,5 bilhões), a Argentina (U$10,1 bilhões) e a Coréia do Sul (U$5,47 bilhões).



Complexidade Econômica do Brasil

Espaço do produto

O espaço do produto é uma rede que conecta produtos que provavelmente serão co-exportados e que podem ser usados para prever a evolução da estrutura de exportação de um país. A economia do Brasil tem um Índice de Complexidade Econômica (ICE) de -0.079, tornando-se o 51º país economicamente mais complexo. O Brasil exporta 210 produtos com vantagem comparativa revelada (o que significa que sua participação nas exportações globais é maior do que o que se espera em relação ao tamanho de sua economia de exportação e ao tamanho do mercado global de um produto).


Complexidade e Desigualdade de Renda

Nesta versão do produto, os produtos são coloridos de acordo com o índice Gini do produto, ou PGI. O PGI de um produto é o nível de desigualdade de renda que esperamos para os países que exportam um produto. Para mais informações, consulte: Vinculando a complexidade econômica, as instituições e a desigualdade de renda e as restrições estruturais da desigualdade de renda na América Latina.





Visualize mais informações em: The Observatory of Economic Complexity



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