sábado, 3 de setembro de 2016

Esmague o mundo moderno!

Por: Idelmino Ramos Neto



Em épocas primevas, o homem impunha tarefas rigorosas sobre si mesmo, a título de aperfeiçoar-se física, mental e espiritualmente. Falhas morais eram uma grande mácula aos olhos da sociedade, e não deviam ser acatadas ou respeitadas sob nenhuma circunstância. 

Foi com embasamento neste postulado que civilizações sublimes como Roma e Bizâncio emergiram, trazendo luz ao mundo. O varão arcaico era ciente de uma verdade universal que parece ter sido, há muito, esquecida: liberdades irrefreáveis irremediavelmente levam à servidão e à degeneração. Destarte, com a chegada do iluminismo, os primados de outrora foram substituídos. 

Passou-se a cultivar então o raciocínio de que desvios morais postergavam ser aceitos (e de contraponto, na idade pós-moderna, até instigados, vide políticas como a parada gay). O mito de Perseu foi substituído pela lenda do coitadinho. O homem pós-moderno é um aleijado sem honra, um imoral, que empreende batalhas intelectuais com o intuito torpe de alcançar o título de maior oprimido. 

É pelo retorno aos ideais supernos que lutamos – com inspiração não na matéria, mas sim na esfera onde os anjos e heróis habitam. Um estudo recente tracejou um declínio gigantesco na inteligência humana, e esse – infelizmente - é só o começo.

Esmague o mundo moderno!
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