terça-feira, 26 de julho de 2016

Alain Soral: "Antirracismo" a serviço da desigualdade social - a mentira da diversidade

Tradução: Lucas Fortes




Globalização e Mundialização 

(Alain Soral – Comprendre L’Empire – Éditions Blanche, 2011 – Páginas 199, 200)

Nesta fase de processos imperialistas, note que a globalização não implica necessariamente em mundialismo. A globalização – processos de troca materiais e imateriais devido ao progresso tecnológico – poderia muito bem se contentar com um mundo multipolar formado por nações praticando um protecionismo reciproco e fundamentado.

O mundialismo por outro lado é um projeto ideológico – uma espécie de religião secular – que trabalha para configurar um governo mundial e a dissolução de todas as nações do mundo em uma só humanidade. Uma dissolução das nações sob o pretexto de “paz universal” (Projeto maçônico), no qual a diversidade das nações e dos povos são considerados – contrariamente com o que nos ensinou a Genesis pela alegoria da Torre de Babel – como a causa dos conflitos e das guerras que ensanguentam a terra desde os primórdios da humanidade.



Pelo direito à blasfêmia ou o politicamente incorreto como ato de resistência ao totalitarismo imperial

(Alain Soral – Comprendre L’Empire – Éditions Blanche, 2011 – Página 205)

Confrontado com este catecismo trabalhando pela dissolução das nações e dos povos afim de favorecer a ditadura do dinheiro. Confrontado com esta perseguição sistemática das maiorias em nome da defesa das supostas minorias principais, em nome das liberdades, em geral proibidas.

Aparece o politicamente incorreto – que com a afirmação da existência das raças (diferença das comunidades etno-culturais), a afirmação da desigualdade dos sexos (diferença masculino/feminino) ou ainda o revisionismo histórico generalizado (senso de história, Shoah, 11 de setembro...) – longe de ser demência ou uma provocação gratuita, nada mais é do que a reação de insubordinação dos espíritos ainda livres e saudáveis frente a esta ideologia totalitária de falsidades e disparates.

A resistência, pelo espirito, à violência do império global.


Antirracismo a serviço da desigualdade social: a mentira da diversidade
(Alain Soral – Comprendre L’Empire – Éditions Blanche, 2011 – Página 230)


Um antirracismo que, quando não é a apologia à miscigenação, é a apologia igualmente nefasta do comunitarismo.Uma “política da diversidade” que pretende – depois das mulheres, dos jovens e dos gays – fazer a promoção das “minorias visíveis”, mas que consiste, na realidade, a impulsionar para frente alguns “colaboradores” e “negros de serviço”, estilo Fadela Amara e Rama Yade, devolvidos, uma vez que usados, a seu anonimato.

Uma vontade de racialização das relações sociais que, além de fortalecer as tensões étnicas em períodos de crise, só serve para mascarar o declínio geral da igualdade social e do fracasso da ascensão republicana como regime neo-liberal.
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