sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Seu Baseadinho não é um gesto de rebeldia contra o sistema

George Soros: o multibilionário e maior financiador da legalização da maconha ao redor do mundo
Você acende seu baseado e acredita agir de modo "transgressor", "rebelde", "revolucionário". Acredita ser porta-voz de uma doutrina contestadora e moderna. Seu baseadinho atende interesses de homens muito específicos. Ele não é um gesto de liberdade, independência ou "rebeldia": é um gesto de conformismo com um ideal que não é "marginal", mas sim central no plano de ações de grandes magnatas.

Aqui, iremos desfazer a imagem do senso comum de que a maconha é uma droga inofensiva e totalmente benéfica ao organismo e - como seus defensores alegam - até mesmo "menos nociva do que outras drogas".

A LEGALIZAÇÃO É UM PROJETO GLOBAL
- Nos Estados Unidos a droga é permitida para fins medicinais em 19 estados (Alasca, Montana, Oregon, Califórnia, Nevada, Arizona, Havaí, Novo México, Michigan, Illinois, Colúmbia, Delaware, Nova Jersey, Rhode Island, Connecticut, Massachussetts, Vermont, New Hampshire e Maine), e permitida para fins medicinais e recreativos em 2 (Washington e Colorado). No restante do país, o uso, a posse e o porte da maconha são proibidos em todos os casos.
- A legalização da maconha é um projeto corporativo e globalista, não popular e local. Dentre seus maiores financistas está o multibilionário George Soros. Soros, sozinho, já investiu mais de U$80 milhões de dólares, desde 1994, em campanhas para a legalização da droga. A Foundation to Promote an Open Society (Fundação para Promover uma Sociedade Aberta), uma organização ligada a Soros, doa anualmente U$4 milhões de dólares à organização Drug Policy Alliance (Aliança de Políticas de Drogas), um grupo de direitos humanos "sem fins lucrativos" com propósito de estender a legalização sob fins "científicos e medicinais" e "coibir o tráfico ilegal de drogas"[1]. Soros financiou inúmeras campanhas decisivas para a legalização da droga no estado do Colorado, e financia organizações em todo o mundo, com a mesma finalidade.

A DROGA LEGALIZADA NÃO É "MAIS SAUDÁVEL"
- Nos Estados Unidos, inclusive, as empresas legalizadas do ramo trabalham justamente para aumentar os níveis de concentração de THC na maconha e sua absorção no organismo, criando produtos com 65% a 95% de concentração de THC (canabinóide), capazes de potencializar os efeitos da droga e viciar mais rapidamente.
- Contra o argumento da maior exigência de qualidade por parte dos governos, ao controlar o processo de fabricação da maconha, um fato simples: as drogas ilegais comercializadas por traficantes do Brasil e do México contêm em torno de 4% a 6% de THC (nos EUA, a droga legalizada tem de 15% a 95%). Ou seja, um produto legalizado e supostamente mais “saudável” acaba por ser mais prejudicial à saúde do que o próprio resultante do tráfico ilegal[2].

O CONSUMO AUMENTA,(INCLUSIVE O INFANTIL)
- No Colorado, a Denver Justice High School registrou um aumento de casos de crianças[3] que apresentavam alucinações, batimentos cardíacos acelerados e reações agressivas. Várias delas são flagradas consumindo a droga, ou portando produtos legalizados em suas mochilas. A propaganda do consumo consciente e da informação de qualidade proporcionada pela legalização é, portanto, falsa. Grandes grupos privados, como a Harborside Health Center e a ArcView Group (ambas criadas por Steve DeAngelo) financiam campanhas para a legalização da droga no restante do país, valendo-se da imagem e do uso medicinal da planta. A maioria dos associados dessas instituições “medicinais” são jovens saudáveis que sequer precisam dela para qualquer tipo de tratamento.

A QUESTÃO DA SAÚDE NÃO MELHORA
- Nos EUA, a DAWN - Drug Abuse Warning Network ("Rede de Alerta sobre Abuso de Drogas") relatou que, em 2011, 456.000 atendimentos de emergência relativos à droga foram feitos, todos por conta de maconha (21% de aumento em relação a 2009). 2/3 dos pacientes eram homens entre 12 e 17.5 anos[4].

Por trás da causa da legalização, há diversos interesses financeiros de grandes grupos


A MACONHA NÃO É INOFENSIVA
- Muitos dos produtos legalizados oriundos da maconha e comercializados nos EUA sequer foram testados com propriedade, e seus efeitos à saúde e ao organismo são desconhecidos.
- 40% dos usuários de maconha têm a capacidade de concentração reduzida; 60% deles têm redução na capacidade de memória de curto prazo; e o índice de QI pode apresentar, no usuário, uma queda de até 8 pontos (o que significa a diminuição da inteligência e da capacidade cognitiva). Fumar maconha causa danos às conexões entre os neurônios, diminuindo as ligações de impulsos elétricos entre eles e a própria capacidade cerebral[5].
- Usuários de maconha tem 4,2 vezes mais propensão à fobia social; fumar maconha aumenta em 5 vezes os transtornos de ansiedade; aumenta em 2 vezes a incidência de depressão, e em 3,5 vezes a probabilidade de esquizofrenia. Eleva o risco de câncer de boca ou de garganta em 2 vezes e meia; aumenta em 2 vezes a probabilidade de câncer de testículo; aumenta em 4 vezes a incidência de câncer de cérebro em crianças cujas mães fumaram durante a gestação.
- Aumenta em 5 vezes o risco de um ataque cardíaco na primeira hora após o uso; e aumenta em 8% a probabilidade de desenvolver câncer de pulmão.
- Nos EUA, um em cada dez usuários de álcool e drogas diversas que dão entrada em tratamentos médicos relatam que também são usuários de maconha. O risco de acidentes de trânsito dobra quando o motorista está sob o efeito da maconha.
- Os índices de acidentes de trânsito decorrentes do uso da maconha aumentaram após a legalização[6].
- Jovens que fumam, mesmo ocasionalmente, apresentam danos em áreas cerebrais responsáveis por coordenar emoções e motivação[7].

LEGALIZAR NÃO INIBE O TRÁFICO
- O faturamento dos cartéis mexicanos, principais fornecedores de droga para os Estados Unidos, tem como elemento principal a cocaína (50% de sua receita), a metanfetamina e a heroína (20%, juntas). A maconha responde por 30% do orçamento. Nos estados onde a maconha foi legalizada, a estrutura dos cartéis e dos traficantes continua, pois eles apenas a substituem pela cocaína. Nos EUA, a droga legalizada é vendida a U$15,00 o grama, enquanto que, com os traficantes, a droga sai a U$7,00 por grama (menos da metade do preço).
O tráfico apenas redireciona suas atividades, ou até mesmo continua no segmento de sempre, vendendo mais barato
- O vizinho Uruguai, aclamado por sua política recente de descriminalização da planta, ainda enfrenta problemas com tráfico de drogas. Para consumir a maconha legalizada, o cidadão deve fazer um cadastro, e só pode retirar 40 gramas da droga por mês. Os traficantes vendem o quanto você puder pagar, e não há necessidade de criar um cadastro.
- Nos EUA, assaltos a lojas que vendem a maconha legalizada são frequentes. A droga roubada é vendida no mercado negro, por um preço bem abaixo do de mercado.

A VERDADEIRA SOLUÇÃO 
Não lutaremos por mais um vício. Não justificaremos mais uma droga por outras que já existem. Só há uma solução real: desmantelar o tráfico de drogas e punir severamente os traficantes; investir em campanhas de conscientização e prevenção ao uso de drogas, especialmente em escolas. O uso medicinal da maconha orgânica é, certamente, promissor (para pessoas que realmente necessitam do tratamento à base de derivados da planta); mas não deve servir como locomotiva para sua legalização irrestrita. Longe de atender anseios populares, essa é uma causa globalista e monetária.
Quem fornece a maconha transgênica que lotará milhares de prateleiras mundo afora? Quem financia estas organizações e "causas"? A quem interessa a campanha global de legalização? Não a nós, e não ao povo.
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